Uma noite de pesquisas e seus duvidosos frutos

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Uma noite de pesquisas e seus duvidosos frutos

Mensagem por The Oracle em Dom Dez 10, 2017 2:42 am

Faust levou algo como quatro ou cinco horas em sua pesquisa. Alguns sites o levaram a páginas on-line de revistas cristãs, que o levaram a jornais locais, que o levaram a fóruns, que o levaram a perfis do Facebook e a posts no Twitter.

Aparentemente, o profeta tinha uma longa vida como membro da Igreja Metodista americana. Teve sua primeira congregação em uma igreja nos subúrbios de Pitisburg, mas permaneceu ali não mais do que dois anos. Houve um evento, uma noite de Pentecostes, que os fiéis locais caracterizaram como "maravilhosa e divina". O culto seguiu a um êxtase de louvores, 25 jovens entregaram sua vida a Jesus, e muitos juram ter visto a manifestação de "línguas de fogo", fiéis falando pelo Espírito Santo, e a cura de um paraplégico. Nada disso absolutamente confirmado, apenas relatado. Depois disso, outro pastor foi designado para aquela igreja, e Sammuel deixou o país, como missionário, numa jornada que o levou a China, Índia, Namíbia, Zaire e Angola, por 12 anos.

Retornando aos Estados Unidos, ele não se estabeleceu como pastor em nenhuma comunidade específica, mas pregava em várias Igrejas Metodistas ao redor do país. Seus sermões inspirados, com o tempo, começaram a se tornar famosos, e dentro de alguns anos, ele já era um dos pregadores mais reconhecidos do país. Teve até mesmo uma curta carreira como tele-evangelista, mas isso não durou mais do que 8 meses. Em sua despedida, disse que "embora o rádio possa ser um veículo abençoado, ele servia melhor ao Senhor em proximidade com os necessitados". E assim se manteve por décadas, pregando em várias igrejas, com alguns períodos de sumiço de vez em quando. Apenas nos últimos 10 anos, havia se estabelecido definitivamente na região da Nova Inglaterra.

Durante alguns de seus períodos de "sumiço", fontes obscuras relatam a participação de Sammuel em um grupo de exorcistas metodistas (esse tipo de coisa, a princípio, nem deveria existir), e em várias ações humanitárias em locais de catástrofes. A última teria sido em Nova Orleans, após a passagem do Furacão Katrina. Sammuel teria permanecido por dois anos na cidade, tendo logo em seguida se estabelecido em Portland. Não se sabe porque, o Profeta teria feito esforços para manter estas ações em segredo. Outros períodos de reclusão estão associados à estadas dele em Nashville, Tenesse, onde a Igreja Metodista Americana tem várias de suas estruturas administrativas. Rumores dizem que ele integrava, nesta cidade, um grupo de estudos bíblicos que se focava no Apocalipse, algo beirando o misticismo. Todavia, isso não foi além de boato.

O título de "Profeta" não era algo indesejado por Sammuel, mas do qual ele não conseguiu se livrar. Veio a ser conhecido por essa alcunha em meados da década de 80. Aparentemente, o título estava ligado ao fato de ele ter previsto um incêndio de um restaurante na cidade de Castle Rock, Maine, em 1983. O Profeta estava em Portland na época, e vários familiares das vítimas (o incêndio teve mais de 90 mortos. Estava ocorrendo a festa de formatura da escola local no dia, quando um raio atingiu o restaurante) relataram ter recebido ligações de Sammuel, aparentemente muito transtornado, implorando para que não deixassem seus filhos comparecerem à festa. Os telefonemas do Profeta foram pouco efetivos, mas as poucas famílias que lhe deram ouvidos, e logo, não perderam seus filhos, fizeram questão de tornar a história conhecida. A coisa ganhou alguma notoriedade nos jornais locais pelo evento també ter contado com a participação do obscuro "médium" John Smith, que parece ter também previsto a tragédia. Embora nunca tenha usado voluntariamente o título, Sammuel nunca conseguiu se "desgrudar" dele, especialmente porque sua história foi pontilhada por outros eventos menores de aparente previsão do futuro, embora nenhum deles tão espetacular ou de larga escala como aquele de 83. Geralmente coisas relacionadas à vida deste ou daquele fiel. Esse título possivelmente foi a causa da discidência dentro da Primeira Metodista de Portland, quando Sammuel se estableceu na cidade. O pastor da congregação, reverendo Holand, deixou o posto pouco tempo depois. Alguns fiéis citam em seus registros pessoais que o reverendo não concordava com um homem ostendando o título de Profeta, e que mesmo que o Espírito Santo o tivesse abençoado com aquele dom, ostentá-lo era tentar o orgulho, a queda do mais santo dos homens. Na saída do reverendo Holand, muitos tinham esperança que Sammuel assumisse o posto, mas ele foi herdado pelo reverendo Stalberg, vindo de Boston. Stalberg permanece até hoje. Holand agora prega em Derry, Maine.

Nos últimos 10 anos, o Profeta se estabeleceu em Portland. Pregava regularmente na Primeira Igreja Metodista da cidade, e fundou o orfanato Lar de Magdalena. Não havia outras "filiais" além daquela em Portland. Entretanto, havia indícios de que a Igreja Metodista do Maine, após o estabelecimento de Sammuel em Portland, passou a financiar uma ONG chamada "We Are The World", que se dedicava a pesquisar e auxiliar crianças e adolescentes. Os métodos da ONG incluiam a aplicação de testes de QI e comportamentais em crianças e adolescentes em idade escolar, selecionar aqueles com maior potencial intelectual, e fornecer bolsas de estudos, acompanhamento assistencial e psicológico, etc. "Há indícios", porque este financiameto nunca foi feito completamente às claras. Não constava no site da igreja ou da ONG, por exemplo. Apesar da We Are The World agir em todo território americano, sua central era em Portland.

Um fato curioso era que muitos dos jovens acolhidos pelo Lar de Magdalena haviam sido orfanizados em acidentes ou crimes. A maioria já em idade ao menos pré-adolescente.

Após sua morte na chamada Noite do Desespero, o corpo de Sammuel foi transladado, e ele foi enterrado em Nashville. Não deixou parentes vivos.



Quando finalmente saiu daquela imersão em que estava, notou uma mensagem em seu celular. Era de Boca-de-Cabêlo, e dizia:

- "Desaparecimentos, hein? Comum em áreas que os malditos Giovannis começam a se enfiar, e eles geralmente começam por esse povo mesmo que ninguém vai sentir falta: mendigos, vagabundos, bichas, essas coisas. Aqui tem esses peles-vermelhas, e acho que ningué vai sentir falta dessa corja também. Acho que eles precisam de gente pra seus sacrifícios para o demônio. Isso é só mais uma confirmação da história toda... Bem, se for fácil, não tem graça, é o que dizem. O padre vai passar na quinta de manhã no necrotério, dar os ritos àquele corpo. Que o pobre coitado possa descansar em paz e não levantar da tumba."


Já era algo como duas da manhã. O carro do Dr. Max já se encontrava novamente dentro do armazém, mas não havia sinal do velho por ali.

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Quando Ezio, pela manhã, ligou para o telefone de O`Sullivan, o aparelho estava desligado. Ao ligar na delegacia, a pessoa do Administrativo lhe disse:

- "Puxa detetive, não ficou sabendo? A detetive O`Sullivan foi baleada ontem à noite. Parece que abordou um carro com atitude suspeita na Rua Pearl, e realmente havia meliantes no veículo. Ela deu entrada no Mercy, sofreu uma pequena cirurgia, e ainda está em observação, mas parece estar fora de perigo, graças a Deus."

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Quando Oliver chegou a refeitório, o cômodo estava mais vazio do que no dia anterior. Lá estavam Thelma, Cortêz (com um prato gigante de ovos e torradas, lendo um jornal), e as gêmeas (com tigelas de cereais coloridos e biscoitos recheados). Cortêz não pareceu vê-lo quando entrou, mas as duas gêmeas o viram, e começaram a falar, em unísono:

- "Bom dia, O..."
- "Você se machucou?!"
- "O que aconteceu?!"

Ambas se levantaram juntas, uma foi em direção a ele, e a outra foi ao freezer, voltando com um saco de gêlo.

- "Você caiu?"
- "Claro que não, sua boba. Ele é Akasha, eles sempre caem de pé."
- "Essa bochecha está bem roxa..."


Nisso, Cortéz baixou o jornal, olhou para Oliver, arregalou os olhos, e disse:

- "Eita, muchacho! Isso tem cara de pancada! O que te aconteceu?!"

Thelma se aproximou, não parecendo nada abalada ou espantada pelos ferimentos de Oliver, e perguntou o que ele gostaria para o desjejum.
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Re: Uma noite de pesquisas e seus duvidosos frutos

Mensagem por Ezio Stracci em Dom Dez 10, 2017 8:09 am

Dentro do carro, sentado, Oliver se despede do telefonema e fica batendo com a cabeça no volante do carro por alguns instantes.

"Droga Ezio!"
"Sim, eu vou ser essa coisa idiota"

Ezio vai em direção ao Hospital sobre o qual foi informado. Passa em uma floricultura, compra uma caixa de chocolates
"Provavelmente eu vou ser preso, ou morto, mas certamente as coisas não vão ser como eram antes"

Enfim, a menos que algo o impeça ele vai até o hospital, informa ser o parceiro dela na recepção e tudo dando certo vai até o quarto.
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Re: Uma noite de pesquisas e seus duvidosos frutos

Mensagem por Oliver Gray em Dom Dez 10, 2017 9:54 am

Oliver, que se esqueceu da sua aparência momentaneamente, ficou surpreso por toda a atenção. Principalmente das gêmeas. Por um momento, ele pensou que ainda não tinha realmente apreciado o fato delas serem tão legais com ele desde que ele chegou na cidade:

- "Ei, bom dia, meninas. Ontem à noite eu acabei esbarrando com um cara estranho, uma coisa levou à outra, mas estamos ambos mais ou menos inteiros, hehe. Por sinal, obrigado por serem tão legais comigo, vocês duas são demais!", disse Oliver com a sinceridade de sempre estampada no rosto. Já para Cortez, ele disse:

- "Ei camarada, noite passada eu descobri que existem um "rei do pedaço" aqui na cidade, haha".

   Oliver colocou o gelo no olho, se sentou para comer e pediu dois ovos mexidos e uma aspirina para Thelma.
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Re: Uma noite de pesquisas e seus duvidosos frutos

Mensagem por Dr. Faust West Ontem à(s) 11:43 am

Dr. West havia montado em seu pequeno laboratório uma barricada de papéis, de informações. Em uma das paredes, havia um suporte de cortiço com uma cópia preto e branca do mapa da região de Portland preso por cima - e ia conferindo as notícias, marcando as regiões das aparições com uma tachinha, e junto a tachinha, uma foto da manchete ou do caso em questão. Terminado isto, mudou de cor - foi para tachinhas roxas, e começou a delimitar grosseiramente a informação geográfica que havia conseguido das meninas gêmeas e da Srta. Granger. Não era quase nada, mas talvez fosse o suficiente para conseguir realizar um cruzamento, um cruzamento pequeno que o fosse, algo que unisse as duas coisas, ele teria a resposta da qual precisava.

... Mas não conseguiu, nitidamente. Duas horas ele gastou marcando, anotando, delimitando, reproduzindo e calculando, e simplesmente não havia conseguido nada. Quer dizer: havia conseguido algo importantíssimo; algo que a maioria dos pesquisadores sequer teria percebido ter - a certeza de que havia algo faltando. De que o link entre as coisas não estava ali em suas mãos, ainda. 

O médico caminhou nervosamente pelo laboratório, as solas de seus sapatos lustrosos fazendo pequenos ecos no ambiente esterelizado. A única luz vinha do suave tom de azul frio que emanava de Eliza e projetava sombras longas pelo local e por sua face magra, concova e ossuda. 

Sua face era tensa, determinada, obcecada. West agarrava o próprio queixo, e as unhas do indicador e dedo médio marcavam sua pele branca, coçando a barba por fazer. 

"Acho que estamos com um problema, meu amor." - disse a dado momento, aproximando-se da esposa. Ela parecia tão pacífica. Era quase invejável. "Isto aqui não faz o menor sentido. Falta alguma coisa. Alguma coisa que junte as informações..." - e suspirou, repousando os olhos sobre a mulher.

Eliza nunca fora muito interessada em ciência. Ela gostava de ver as coisas se transformando em outras coisas, ria como uma criança das pequenas explosões e fumaças coloridas que se podia fazer com química, mas nunca havia realmente se interessado - ela era genial, sim, mas não para aquele tipo de coisa.

Mas a esposa era sua musa. Era sua inspiração,  era seu motivo, era sua maravilha. Ele costumava falar e falar, sempre que se perdia em problemas científicos, em coisas que não faziam sentido - e ela ouvia, interessada e curiosa, mas incapaz de realmente resolver. Mas sua presença era Magika em natureza. Sua atenção, seu interesse, os problemas mais terríveis pareciam se dissolver, como se até mesmo a realidade quisesse, frente a bondade e beleza, tornar-se mais fácil para ajudá-la. 

Com Eliza, tudo era mais fácil. Então, conforme Faust West começou a expor para a esposa a natureza de sua dúvida, do problema, do link que faltava, a lógica escondida começou a se formar - e quinze minutos depois, ele havia beijado-a através do vidro, agradecido, e mergulhara sobre seu notebook. 

[...]

Após duas horas, junto ao mapa de Portland, ele agora tinha um dossiê sobre a vida e atividade do profeta. Nada havia sido particularmente iluminador, mas todas as informações, juntas, ajudavam a pintar uma imagem, a delinear um quadro maior sobre a pessoa que era Samuel. E aquilo, sem dúvida, seria muito útil. 

Quando terminou seu trabalho, o doutor - cansado, de mangas arregaçadas, mas sequer percebendo seu próprio estado - suspirou. "Ainda nos falta a conexão. Mas isso é bom. Isso é muito bom. Estamos caminhando para algum lugar." - assentiu. "Mariah é um caminho interessante. Mas também pode ser um problema. De acordo com o que ela disse, Samuel sabia a pista que eu estava investigando antes - até que ponto ele nos observa, e até que ponto ela faz parte disso?"" - questionou.  "Se nossos interesses entrarem em conflito com os dele, Eliza, me pergunto o quão seguros realmente estaremos." - e suspirou, enquanto pegava o celular.

Leu a mensagem de Boca-de-Cabêlo com atenção, como sempre, mas ia descartando as informações inúteis... até que chegou na última linha. Levantar da tumba?

Ele respondeu de imediato: "Levantar da tumba? Pode me explicar melhor?" - e um emoticon pensativo. 

Jogou o celular sobre sua bancada, e voltou os olhos para Eliza. Talvez... "Eu sei, eu sei. O lugar mais improvável. A necessidade do absurdo. Nunca achei que você tinha tanta razão." - e riu, com uma suavidade reservada apenas para sua esposa, antes de deixar sua sala para buscar, no armazém, os instrumentos necessários para clonar o diário. 


[...]

O processo seria relativamente simples: primeiro, imergir o diário num plasma estéril e diagnóstico, que por mudança de cor informaria as substâncias ali presentes. Com esta informação, seria simples isolar as que eram papel, capa, linha, e as que se tratavam da tinta, do grafite, do sangue, enfim - quaisquer que fossem as coisas usadas para escrever. Aproveitaria este processo para identificar a existência de alguma foto ali dentro, ou não - copiar a foto seria impossível, mas seria interessante saber se ela existia. 

Tendo identificado as substâncias, Faust moveria para a análsie da frequência do diário - movendo-o da matéria palpável para a máteria em movimento, para os ruídos que ela causava na realidade, era uma questão de estudar as alterações nas ondas que compunham o diário: comprimento, velocidade. Analisando isto em relação as substâncias, cruzando os dados e excluindo os sobressalentes, Faust teria em mãos a frequência bruta da escrita, das alterações que os desenhos das letras faziam na estrutura molecular do papel, e também teria em mãos a própria estrutura quântica da coisa - que, naturalmente, altera-se ao entrar em contato com a ressonância de quem escreve, suas intenções, suas emoções, a interação pessoal entre um sujeito e seu diário. 


Passaria então as informações para um reprodutor de frequências, codificando-as, e mergulharia um caderno em branco numa solução salina. Numa ponta de alguns eletrodos ficava o reprodutor frequencial, na outra, a solução e o caderno. Bastava então acompanhar o processo de perto, vigilante a possíveis problemas e variações que precisasse corrigir. 


___

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Re: Uma noite de pesquisas e seus duvidosos frutos

Mensagem por The Oracle Ontem à(s) 11:43 am

O membro 'Dr. Faust West' realizou a seguinte ação: Rolar Dados


#1 'D10' : 2, 6

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#2 'D10' : 1, 10

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#3 'D10' : 7, 3

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#4 'D10' : 6, 3

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Re: Uma noite de pesquisas e seus duvidosos frutos

Mensagem por Dr. Faust West Ontem à(s) 12:16 pm

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Re: Uma noite de pesquisas e seus duvidosos frutos

Mensagem por The Oracle Ontem à(s) 12:16 pm

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#1 'D10' : 9, 2

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#2 'D10' : 9, 9

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Re: Uma noite de pesquisas e seus duvidosos frutos

Mensagem por Dr. Faust West Hoje à(s) 4:29 pm

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Re: Uma noite de pesquisas e seus duvidosos frutos

Mensagem por The Oracle Hoje à(s) 4:29 pm

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'D10' : 1, 4

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Re: Uma noite de pesquisas e seus duvidosos frutos

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