Um novo amanhecer

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Re: Um novo amanhecer

Mensagem por Dr. Faust West em Dom Jun 18, 2017 12:01 pm

Quanto ao agradecimento, Dr. West meneou a cabeça afirmativamente, sem realmente dizer nada, enquanto entrava no banco de trás do carro, onde se acomodou em silêncio, como sempre. 

Fez uma pausa - uma pausa de quase cinco segundos - após a pergunta sobre a detetive. Estava ponderando sobre aquilo. "Olhos na estrada, por favor." - lembrou-o. Caso Ezzio não soubesse, o choque da notícia podia ser perigoso... Mas, provavelmente, só o faria rir. De qualquer forma, Dr. West seguiu: "Ela tem afiliações com os licântropos da cidade, e eles não gostam de pessoas como nós." - afirmou, simplesmente. 

Quanto ao anjo, ele meneou a cabeça, afirmativamente. "É um anjo. Velho testamento, Bíblia Hebraica." - explicou, apenas.


Ignorou solenemente a pergunta sobre os Falcone. O bom de ser um cara que fica em silêncio a maior parte do tempo é que você pode ignorar uma pergunta sem que isso pareça estranho. 

Quando chegaram, Dr. West desceu do carro. "Obrigado pela carona." - e fez uma mesura, esperando que o italiano se fosse. Quando estava sozinho com Oliver, já nos fundos, tirou o celular do bolso, começando a mexer na tela. Conferiu a numeração de um prédio próximo.

"Vou pedir um carro." - disse. 

"Conversou com Emma?"
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Re: Um novo amanhecer

Mensagem por Ezio Stracci em Dom Jun 18, 2017 3:32 pm

Ezio chegando em casa, ainda no carro, começa a dar atenção a algumas palavras que passaram despercebido para ele anteriormente. Começou a pensa na tal ligação com licantropos, bem ele já havia ouvido falar nisso, em filmes, mas resolveu pesquisar a internet e como esperado o resultado lhe pareceu uma grande bobeira. Então começou a pensar:

-"Mas que merda esse mago maluco está falando?, Esses caras devem ser algum tipo de seita satânica."

Então mandou uma mensagem para o Dr.

-"Dr. West. Pode me explicar um pouco melhor o que seriam esse licantropos cuja minha detetive tem ligação? São uma espécie de seita satânica? Já ouvi falar de algo assim no satanismo."
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Re: Um novo amanhecer

Mensagem por Oliver Gray em Dom Jun 18, 2017 3:39 pm

Oliver não entendeu por que alguém pararia uma carona pela metade para depois pedir outro carro. Franco como sempre, ele perguntou?

- "Você mora na bat caverna ou algo do tipo? Eu falei com Emma. Ela vai deixar a gente dar uma olhada no diário. Eu estava pensando em pegar com ela amanhã em algum momento. E aí? O que achou do Ezio? Parece ter saído diretamente de "O Poderoso Chefão" ou é impressão minha?".
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Re: Um novo amanhecer

Mensagem por Dr. Faust West em Seg Jun 19, 2017 11:00 pm

" - Armazém nas docas." , respondeu Dr. West, que havia acabado de pedir o carro e fechava o aplicativo do Uber. Não era necessariamente uma questão de segredo. Era uma questão de... segurança, talvez?

O doutor meneou a cabeça sobre Ezzio. "Bonito, carismático, membro do crime organizado. Negócio da família envolve chantagem, coersão, extorção e coisas similares, pelo que falou. Sorri bastante." - acrescentou. "Não consegui determinar, assim de imediato, se ele realmente acredita na narrativa acerca da família ser escolhida para salvar o mundo e etc, ou se é uma história bonita que quer nos vender para ganhar nossa confiança, mas ele realmente quer ganhar a nossa confiança. Isto, entretanto, não significa muito - todos nós queremos ganhar a confiança dos outros, por um motivo ou por outro." - acrescentou. 

"O que é preocupante, entretanto, é que estas famílias mafiosas colocam a lealdade entre si acima de todo o resto - são como famílias realmente, com o adendo de que se você for um mau irmão eles fazem muito pior do que te maldizer pelo bairro. Isso quer dizer, sucintamente, que independentemente de onde nos envolvemos enquanto cabala - por que não se engane, Oliver, Ezzio Stracci já faz parte de nossa cabala, e nós somos uma cabala, e já eramos uma cabala antes mesmos de nos conhecermos, ele provavelmente sempre manterá a aliança a eles acima da aliança a nós, as tradições, ou coisa que o valha." - e fez uma breve pausa, para recuperar o ar. O doutor estava jogando informação em cima de informação, sem realmente dar muito tempo. "O que não é necessariamente ruim, pois quer dizer que mesmo antes de conhecermos ele um pouco mais a fundo, podemos confiar plenamente que ele agirá da melhor forma possível para avançar os interesses da família que, de uma forma ou de outra, concidem com os nossos no momento. A isso podemos somar também o fato de que nunca ouvi falar num Hermético que não fosse paranóico, Sr. Gray, e se o Sr. Von Heineken considerou Ezzio Stracci útil o suficiente e confiável o suficiente, não seria racional de nossa parte partir do pressuposto contrário." - e silenciou-se, os dedos correndo pelo teclado. Parecia estar respondendo uma mensagem. 

Talvez fosse a convivência - fazia pouco tempo que conhecia Oliver, mas não eram exatamente estranhos, não mais... Ou talvez fosse qualquer outra coisa. Podia, realmente, ser até o cansaço e o sono. Mas independentemente, o resultado parecia ser aquele - verborragias dos fluxos de pensamento do Dr., que desenrolavam-se em voz alta, como uma saraivada de linhas imaginárias. 

"Quanto ao diário, veja quando pretende fazer isto. Amanhã vou visitar a garota que foi salva pelo Profeta, e sua presença é requisitada. Talvez o Sr. Stracci, também." - depois de dizer estas palavras, o Dr. enviou a mensagem, e guardou o celular no bolso. Respirou fundo - ele nunca respirava fundo. 

"Antes que o carro chegue, acredito que se faça necessário uma colocação sobre sua irmã."


[...]


A mensagem para Ezzio era curta. 

"Não necessariamente satanistas." - e vinha uma imagem em anexo. Parecia uma foto desbotada de algum livro, tirada as pressas, provavelmente onde câmeras eram proíbidas. Era impossível discernir o que estava escrito, mas contornos gerais do desenho, feito a tinta numa página amarela, eram informação o suficiente. Informação demais, talvez.

Imagem em Anexo:
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Re: Um novo amanhecer

Mensagem por Ezio Stracci em Seg Jun 19, 2017 11:58 pm

E Ezio estava chegando em casa. Tirando as roupas, preparando as coisas para fazer a barba. Pega o celular e recebe a mensagem de Faust.

Certamente aquilo não estava muito de acordo com suas crenças, um lobisomem! Mas aquele documento de certa forma parecia real. Ezio não sabia se acreditava ou não, mas um dia ele também não acreditou em magia. Então resolveu dar o benefício da dúvida. Seus pensamentos eram basicamente:

-"Bem, vamos tomar cuidado de qualquer forma."

Escreveu uma mensagem a Faust:

-"Muito obrigado meu caro. Para o caso de citá-lo ou não próximo a ela, que tipo de relação há entre vocês?"

Então deixou o Cell próximo a pia do banheiro e começou a fazer a barba.
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Re: Um novo amanhecer

Mensagem por Oliver Gray em Ter Jun 20, 2017 9:17 am

Oliver passou alguns segundos olhando inquisidoramente para Faust. Não sabia se estava tão surpreso com a análise dele sobre Ezio quanto com ele tê-la exposto em mais de duas palavras. Faust sempre fazia Oliver se lembrar dos seus irmãos do ninho de dragão que faziam voto de silêncio por um ano ou mais. Alguns deles saiam daquilo papagaiando até desmaiar. Oliver deu um sorriso, pensando em épocas mais simples:

- "Eu nunca imaginaria que você acredita em destino, muito menos que você conseguia falar como qualquer um de nós. Cuidado agora. Se você acabar sorrindo vai atrair espíritos do paradoxo pra cá. Você precisa de mim para visitar a menina? Ela já não está bem? Sobe Emma, eu devo acordar e dar uma corrida até a casa dela".

  Sua expressão se fechou um pouco quando o assunto passou a ser sua irmã:

- "O que tem Brenda? Descobriu algo mais?".
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Re: Um novo amanhecer

Mensagem por Dr. Faust West em Ter Jun 20, 2017 11:23 am

Aparentemente, o momento - o súbito fluxo de pensamentos sendo tecidos em meio ao ar - havia passado. Digo isto por que a resposta do doutor a frase inicial de Oliver foi um olhar longo e quieto, ao que acrescentou: "Política. Não destino." - esperava que fosse o suficiente para que Oliver compreendesse ao que ele se referia. 

Diante da segunda parte, o médico respondeu com alguma velocidade. As vezes - frequentemente, na verdade - ele experimentava algo semelhante a frustração, quando a mente das outras pessoas simplesmente não se atentava aos mesmos detalhes que a dele, ou não lembrava de coisas tão pequenas quanto a que ele lembrava. Digo "semelhante a frustração" por que Faust livrava-se logo da sensação, considerando-a inoportuna e prejudicial a seu desempenho. "Seu nome é Maria, Sr. Gray. Sammuel não parava de falar a seu respeito."  

Quando chegou a falar sobre Brenda, Faust olhou para os olhos de Oliver. Dobrando a esquina, os faróis do carro despontaram.

"Durante o ritual do Yom Kippur, um bode era sacrificado para Deus, e outro era ofertado a Azazel, lançado ao deserto." - disse, apenas. Não tinha certezas, mas... Bem. Faust estava longe de ser uma pessoa sentimental, mas aquele lhe pareceu o tipo de informação que Oliver provavelmente deveria ter. 

O carro estacionou atrás deles.

[...]

"Não me cite. Boa noite, Sr. Stracci." , foi a resposta de Faust.
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Re: Um novo amanhecer

Mensagem por Oliver Gray em Ter Jun 20, 2017 11:53 am

- "Não sou o maior fã de política", declarou Oliver simplesmente. A informação sobre o ritual estava assentando desconfortavelmente na sua cabeça, como se a primeira fosse maior do que a segunda. "Eu entendi, mas eu não fui sacrificado. Quer dizer, estou aqui, não estou? Se eu e a minha irmã vamos acabar fazendo parte de um ritual feito esse, é algo que está no futuro, certo? Ela deve estar viva em algum lugar".
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Re: Um novo amanhecer

Mensagem por Dr. Faust West Ontem à(s) 8:04 am

O momento de silêncio que se seguiu as indagações do Irmão de Akasha pareceu longo, como um instante que estende-se por uma eternidade enquanto o olhar cinzento – não eram apenas suas iris cinzentas, e sim uma característica mais geral, mais profunda – do doutor repousava sobre as esperanças de Oliver.

Talvez ainda houvesse algo vivo dentro de Dr. West – a lógica implacável dos fatos o levaria a destruir a frágil redoma de esperança de Oliver Gray, ou talvez ele houvesse chegado a conclusão de que um Oliver motivado seria um Oliver mais fácil de se lidar, e mais agradável de se trabalhar com. Qualquer que fosse o motivo, o contato entre os olhares se desfez, enquanto Faust dava-lhe as costas e movia-se em direção ao carro.

“Boa noite, Sr. Gray. Cuidado com o sereno da madrugada.” – avisou, antes de fechar a porta do banco do passageiro. O carro deu a partida e Oliver estava sozinho nos fundos da joalheira.

[…]

Durante o caminho para o armazém, Dr. West sequer olhou novamente a HollowNet ou conferiu seus e-mails – odiava a sensação do sono e as limitações por ela imposta, mas reconhecia que elas existiam, que estavam lá, e que abordar coisas tão complexas como o caso dos Giovanni ou qualquer pedido de sua rede de informações, naquele instante, seria irresponsável. Isto posto, gastou aqueles preciosos minutos para digitar algumas coisas que precisava:

Primeiro, uma mensagem para o WhatsApp de Ezzio Stracci – que foi redigida como um e-mail:

“Caro Sr. Stracci,

Uma das principais investigações em andamento da cabala em que o senhor tensiona ingressar no momento é quanto possível existência de um culto de sacrifícios infantis no orfanato tal. A investigação tem foco nos períodos de 2010 a 2017 – as vítimas parecem ser duplas de irmãos. O caso é tal que, por exemplo, no ano de 2011 todas as oito crianças vivendo no orfanato pertenciam a um casal de irmãos, no caso, oito duplas.

Entretanto, o orfanato se valia de uma lei estadual de XVIII que permitia instituições religiosas de cunho filantrópico a não precisar manter registro nos arquivos públicos, contanto que mantivessem registro de alguma forma. Assim sendo, sua ajuda seria gravemente apreciada, no que segue:

Se faz necessário um levantamento de informações do serviço social de Portland no mesmo período, de forma a definir se todas as crianças que entravam no sistema na cidade eram enviadas para lá, ou apenas irmãos. Também, caso não esteja fora de sua alçada, seria necessário uma investigação nos registros de adoções realizadas na cidade a partir do orfanato em questão – é uma possibilidade real que eles recebessem todas as crianças, mas dificultassem a adoção de irmãos – isto o senhor encontrará apenas nas bases de dados federais.

Com estas informações, nos será possível contornar a ausência de registros próprios do orfanato e definir quais as crianças enviadas para lá e quais saíram de lá, assim definindo quais teriam que necessariamente estar vivendo ali numa determinada faixa de tempo. Outra questão que muito seria apreciada se o senhor pudesse abordar é quanto ao bairro ao redor do orfanato – crianças sempre fogem deste tipo de instituição, e gostaríamos de saber das pessoas que elas viram e conversaram do lado de fora a impressão que as crianças que ali moravam tinham da vida ali dentro.

PS: Amanhã no fim da tarde iremos visitar uma pessoa de interesse no caso, e sua presença é bem vinda. Nos encontraremos para estabelecer a abordagem antes. Lhe envio os detalhes em momento mais conveniente.”


A mensagem foi programada de tal forma que apitaria no celular de Ezzio apenas as 4h21m da madrugada.

Em seguida, enviou uma mensagem para Matheo Falcone. Esta foi mais direta: “Outra família na cidade. Acho que devemos nos encontrar. Quando e onde?”

[…]

Dr. West chegou no armazém de tal forma que acreditava poder contar os grãos de areia que sentia em seus olhos. Cada passo era um esforço e ainda que desejasse sentar e conversar com Dr. Max a respeito de algumas questões – aprofundar-se mais detalhadamente nas práticas mágikas do Profeta enquanto vivo, seu paradigma num geral, etc, uma parte de si ficou satisfeita ao encontrá-lo dormindo. Passou reto por Frank também, os passos levando-o escada acima – Faust jamais cansava-se do palpitar em seu coração, ligeiramente descompassado, naqueles dois segundos que antecediam sua visão de Eliza.

Ele entrou em seus aposentos e parou por um instante, os olhos repousando sobre a plácida imagem de sua esposa. Por um instante, todo o peso do universo parecia deixar de pesar – mas apenas por um instante: logo em seguida, a imagem da mulher tornava-se um lembrete da importância de seu trabalho, e Dr. West fechou a porta atrás de si.

“Meu amor, nós estamos chegando. Esta cidade é um caos, e toda esta questão do Profeta é uma confusão, mas existe algo aqui. Algo aqui que pode nos ajudar. Eu só preciso encontrar onde as coisas se cruzam, onde os dados se entrelaçam...” – ele murmurava, enquanto sentava-se no chão ao lado de Eliza, as costas apoiadas em seu repouso.

O paletó já havia sido jogado sobre uma das bancadas do laboratório, a gravata alargada, e Faust dobrava-se de forma pouco confortável sobre o próprio colo, onde havia aberto seu notebook. Os dedos corriam pela teclado enquanto pesquisava, buscando todas as possíveis traduções da passagem bíblica que haviam encontrado.

Ele estava começando a procurar trabalhos acadêmicos de anjologia sobre Azazel, quando dormiu. O relógio de seu computador marcava duas horas e trinta e três quando este escorregou de seu colo para chão, e a cabeça do mago caiu para trás, buscando descanso na luz azul que vinha do tanque atrás de si. 

[…]


As sete horas, seus olhos se abriram. Feito máquina.
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Re: Um novo amanhecer

Mensagem por Ezio Stracci Ontem à(s) 8:58 am

Bem pela manhã o sol bateu na cara. Ezio acordado pela luz sol, se levanta vagamente e vai tomar uma ducha para despertar. Após o banho matinal ele toma um café, se veste.

Suas vestimentas não são extravagantes, o terno preto básico de detetives, um sobretudo preto, chapéu fedora preto, camisa de baixo azul e gravata em sobre tom de azul mais escuro, sapatos brilhantes como sempre.

Após estar pronto finalmente pega seu celular para conferir as mensagens, primeiro os "contatinhos", afinal qual seria a graça? Então vê a mensagem do Dr.West que ele ainda julgava como um mal necessário. Um tanto de coisas não muito fáceis de se fazer pelo visto, então respondeu.

-Bom dia Dr.West, Farei tudo ao meu alcance para conseguirmos o que pudermos no dia de hoje, também é de meu interesse pegar esses bandidos que afetam crianças. Ah Propósito Dr. Mesmo os despertos costumam estar adormecidos às quatro da manhã."

Preparou seus equipamentos, armas, o colete já estava sob as roupas, munições, algemas, a munição especial para um único fim, uma moeda de antiga circulação em Roma, um cordão de ouro com um crucifixo sob as roupas que ninguém via, mas o dava uma boa sensação ao usar, entre outra coisas.

Mandou uma mensagem para seu irmão:
-"Buon Giornno mio fratello! Come vá?! Depois me informe sobre o que se sucedeu de nosso "visitante". Eu posso ter conseguido uma boa ajuda para a recepção dos Giovanni, mas isso ainda é assunto apenas nosso ok. Mande abraços a la famiglia! Arrivederci!"

Espera que ele tenha entendido que "visitante" se referia ao Falcone, mas eram irmãos e se entendiam, certamente ele entenderia.

Chega em seu carro se dirigindo para a delegacia, mas para antes para comprar uns chocolatinhos, próximo ali ele compra o café reforçado do capitão. Ainda antes da delegacia ele faz outro caminho para passar pelo restaurante irlandês que deixou O'SULIVAN no dia anterior. Pede um café irlandês com creme para a viagem.

Finalmente vai até a delegacia. Entra com seu clássico sorriso cumprimentando todos quanto possível com muita simpatia e vai até o capitão.

-"No horário certo hoje eim meu caro!"

Entrega o café do capitão dizendo:

-"Mas não fique mal acostumado! Agora preciso da detetive! "

Mostrando o outro copo de café ele diz:

-"Este é para ela!"

Ezio vai em direção de sua mesa de trabalho com o café da detetive, quando ela chegar ele entrega.
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Re: Um novo amanhecer

Mensagem por Oliver Gray Ontem à(s) 9:35 am

Oliver deu as costas para Faust e o carro sem dizer nada, pensando. E pensando ainda estava quando seguia pelos corredores da capela. O jovem Akasha sentia naquele momento que havia algo quebrado, estranho, dentro dele. Ele tinha certeza absoluta que deveria estar desolado com as perspectivas futuras, mas não conseguia se sentir assim. Oliver sabia, no entanto, que, mesmo apesar de não conhecer sua irmã realmente nos dias de hoje, não era isso que o impedia de sentir algo muito profundo pela possibilidade descobrir que ela estava perdida para ele. Ele também sabia que parte daquilo se devia à pessoa que ele se tornou após treinar no ninho de dragão, onde aprendeu os segredos da mente e as ilusões do tempo. Hoje, sempre que Oliver é confrontado com uma situação futura hipotética, seja ela boa o ruim, ele a encara com tranquilidade, o que faz com que ele se sinta, em partes, menos humano, como se estivesse devendo, nesse caso, uma boa dose de sentimentos à sua irmã.

    Seus pensamentos foram interrompidos pela percepção de que havia uma luz acesa no escritório de Heineken. Era possível ouvir uma conversa murmurada lá dentro, o que era estranho, já que o chefe da capela já havia mostrado a capacidade de conjurar bolhas de silêncio para abafar conversas. Oliver deu dois passos furtivos na direção da porta, mas se arrependeu imediatamente e controlou sua curiosidade, se dirigindo silenciosamente para o próprio quarto.

 "Esse cara deve ser onipresente dentro da própria casa. Onde eu estava com a cabeça?", Oliver reprovava a si mesmo silenciosamente enquanto seguia.
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